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Dívidas acumulando? Veja essas dicas e despreocupe-se!

Se você está aí martelando sobre como pagar suas dívidas, saiba que não é o único. No último ano pudemos perceber muitas pessoas se endividando por conta do aumento das taxas de desemprego, o que fez com que linhas de crédito como cartão de crédito e cheque especial fossem amplamente utilizadas.

Mas, é aí que mora o perigo: cartão de crédito e cheque especial possuem as taxas de juros mais altas do mercado, e se enrolar com o pagamento pode fazer com que você entre em uma bola de neve de dívidas que cresce mês a mês.

 

Sabemos o quanto as dívidas podem te fazer perder o sono e prejudicar (e muito!) sua vida financeira, por isso trouxemos dicas muito importantes para te ajudar a encontrar uma solução. Confira a seguir algumas saídas que podem ajudar a pagar suas dívidas!

 

Saiba qual é o valor total de suas dívidas

 

Pode parecer meio óbvio, mas saber o valor exato de sua dívida é o primeiro passo para pensar em formas de solucionar este problema. Muitas pessoas, por estarem aflitas com o problema, preferem não encarar o valor exato da dívida e deixam a conta lá, crescendo desenfreadamente com os juros sem saber ao certo o tamanho da complicação que isso pode se tornar em pouco tempo.

Por isso, tome um tempo para avaliar o valor exato de sua dívida e, ainda mais importante, as taxas de juros que estão sendo cobradas sobre isso, pois assim você também consegue prever o quanto sua dívida poderá aumentar de um mês a outro.

Com esses valores em mãos, comece a fazer algumas simulações do quanto conseguiria pagar por mês para que já tenha um cenário em mente quanto precisar negociar.

 

Reduza gastos para pagar suas dívidas

 

Se você entrou em uma dívida, pagar por ela deve ser sua prioridade para que isso não vire um problema maior do que imagina. Por isso, a redução de gastos é uma das primeiras medidas que devem ser tomadas para que consiga colocar sua vida financeira no azul, principalmente se está desempregado e perdeu sua principal fonte de renda.

Comece a avaliar quais são seus gastos que poderiam ser cortados, e estipule quais são suas prioridades para então colocar em prática –  aquela mensalidade da Netflix, por exemplo, que você paga há meses e quase nem tem tempo de assistir.

Além disso, comece a dar importância para gastos que parecem inofensivos. Está vendo uma luz acesa num cômodo vazio? Apague! Percebeu que está tomando banhos muito longos, ou que sempre utiliza a máquina de lavar com apenas algumas peças de roupas? Mude estes hábitos também! Pequenas economias domésticas como a energia, por exemplo, podem te poupar mais dinheiro do que imagina.

Buscar por marcas mais baratas ou fazer compras em atacados também podem ser uma boa pedida nessa fase de retenção de gastos.

 

Procure por fontes de renda se estiver desempregado

 

Se você está desempregado, apenas reduzir gastos não será suficiente para conseguir colocar suas contas em dia, já que é preciso repor o dinheiro que sua renda representava todo mês.

Para que consiga se recolocar no mercado, melhorar o currículo pode ser o primeiro passo. Busque por cursos gratuitos que podem ajudá-lo a se atualizar e pesquise quais têm sido as habilidades mais demandadas pelo mercado em que atua.

Mas, enquanto não consegue uma nova fonte de renda fixa, uma boa alternativa é buscar formas de obter renda extra. Temos um artigo exclusivo com dicas de apps que podem te ajudar a sair do vermelho, e você pode conferir clicando aqui.

Assim, apertando nos gastos e buscando por fontes de receita alternativas, você poderá solucionar suas dívidas aos poucos, sem deixar que aumentem tanto com os juros no período em que estiver desempregado.

 

Negocie e renegocie se for preciso

 

Chegamos na parte que é o terror de muita gente que está endividada. Negociar com os credores pode parecer uma tarefa muito desagradável, mas é a porta de entrada para a solução de seu problema. Sem negociar, de nada adianta reduzir gastos ou se esforçar para obter renda.

Por isso, entre em contato com seus credores e negocie considerando um valor que caiba em seu orçamento atual, pois, caso faça acordos pensando em cenários muito otimistas, pode ser que venha a enfrentar novas dificuldades para honrar o acordo.

Por fim, não se desespere! Mesmo que esteja devendo um valor alto, estabeleça metas de pagamentos menores como parcelas, por exemplo. Assim, seu objetivo será sempre o valor da parcela, sem precisar se apavorar pensando no valor total de sua dívida. Pagar aos poucos, mesmo que pareça muito tempo, pode ser muito melhor do que esperar ter o valor total de uma dívida que só aumenta, pois evita ter seu nome negativado e futuras restrições de crédito.

 

Sobre negociação, temos uma boa notícia para você! Agora é possível negociar suas dívidas online, e fizemos um artigo explicando todas as vantagens para você.

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